Médica da Rede Mater Dei de Saúde explica sobre a doença, suas principais consequências e fatores de risco
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Quando se fala em hipertensão arterial o primeiro vilão citado é o sal. Reduzir o consumo de sal é importante, mas não apenas como uma medida isolada. Dentre as principais complicações relacionadas a hipertensão estão a insuficiência cardíaca, a doença arterial coronária, o acidente vascular encefálico, a doença vascular periférica, a doença renal crônica e alterações oftalmológicas como a retinopatia hipertensiva.
Um conjunto de medidas podem contribuir para a redução da pressão arterial. "O sucesso da redução da pressão arterial depende da adoção de um plano alimentar saudável, além do controle de peso, prática de atividade física, não fumar, reduzir o consumo de álcool, controlar o estresse, entre outros. Especialmente em relação às medidas nutricionais, o aumento do consumo de frutas, hortaliças e laticínios com baixo teor de gordura e redução da ingestão de carne vermelha, doces e açúcar é fundamental, sendo o limite de consumo diário de sal de 2,0g", explica a coordenadora da cardio-oncologia do Hospital Integrado do Câncer Mater Dei, a médica Patrícia Tavares.
Estudos mostram que a hipertensão é responsável por até 45% das mortes cardíacas e 51% das mortes decorrentes de acidente vascular encefálico. “Os fatores de risco para desenvolvimento da hipertensão podem ser divididos em fatores modificáveis e não modificáveis. Dentre os fatores que não podemos modificar estão a idade, a etnia e o histórico familiar. E dentre aqueles que podemos e devemos modificar para prevenir a elevação da pressão arterial estão a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo, o consumo abusivo de sódio e álcool e o estresse emocional”, finaliza a médica.
RESPONSÁVEL:
Patrícia Tavares
Coordenadora da cardio-oncologia do Hospital Integrado do Câncer Mater Dei
CRM-MG: 54619
Publicado em: 26/04/2017
Este post é sobre Atividade física